April 12 2014

Roberta Clarissa Leite

Taxista – uma profissão para os corajosos

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Quem dirige todo dia sabe da necessidade de se sentir seguro diante das ameaças que é enfrentar a violência das grandes cidades brasileiras. O taxista é um profissional que está o tempo todo das suas horas de trabalho ao volante, muitos buscam investir em acessórios que deem conforto e garantam um pouco de segurança.

Não basta somente saber dirigir, é preciso ter coragem para encarar os desafios do trânsito brasileiro a qualquer hora, sob sol ou chuva. trânsito e a violência das grandes cidades brasileiras. O taxista é um profissional que está o tempo todo das suas horas de trabalho ao volante, muitos buscam investir em acessórios que deem conforto e garantam um pouco de segurança.

O uso de um bom e eficaz rastreador é uma opção válida e que pode ajudar a evitar a ação de um bandido durante uma corrida, através, por exemplo, do botão do pânico – acionado pelo motorista, localizado em local discreto e que faz a comunicação com a central da empresa que monitora o automóvel.

Como os taxistas dirigem por diferentes áreas e bairros, de acordo com a necessidade do cliente, fica muito exposto a locais às vezes desertos ou perigosos, no caso de roubo do veículo o rastreador mais uma vez torna-se eficaz, já que é possível saber a localização através da tecnologia GPS, por exemplo.

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A profissão de motorista de táxi apresenta um número elevado no Brasil, a maioria das cidades com mais de 20 mil habitantes possui empresas de rádio-táxi, operam através da chamada por telefone de onde o cliente estiver.

Somente em São Paulo são mais 30 mil taxistas conduzindo passageiros dia e noite. Como o serviço de táxi é regulamentado pela esfera municipal não há uma unidade de modelo de carro para o país inteiro, algumas cidades adotam uma cor ou modelo padrão, mas pode variar muito.

Para se tornar um taxista é necessário obter uma licença municipal, como geralmente esta licença custa caro, cerca de 60 mil reais, alguns motoristas optam por trabalhar para cooperativas de táxis ou alugam um táxi de um outro taxista e divide as despesas com o proprietário.

Em períodos festivos no Brasil, como carnaval, é muito mais aconselhável usar o serviço de táxi do que dirigir o próprio veículo, a falta de estacionamento e dificuldade de locomoção nesses períodos torna quase impossível o uso do veículo particular.

A segurança dos taxistas é muito debatida pela classe, em busca de soluções eficazes para exercer a profissão. Não é à toa que há protestos e manifestações da categoria em busca de ações que amenizem os perigos que eles enfrentam diariamente.

Você costuma usar o serviço de táxi?

Sobre o autor: Roberta Clarissa Leite

Roberta Clarissa Leite é jornalista e radialista, com 10 anos de experência em radiofônia, é pesquisadora de literatura popular do nordeste brasileiro. Lançou em 2010 o documentário Nordeste que Rima, premiado pelo Ministério da Cultura do Brasil. Uma de suas paixões é viajar e compartilhar suas experiências com o público, além de estar sempre interessada em aprender novas línguas.


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